Essa semana lemos nos principais meios de comunicação a compra de R$ 20 Bilhões em submarinos franceses, feita pelo governo brasileiro.

Isso significa que o Brasil está preocupado com a Segurança? O Brasil quer conquistar uma supremacia na América doSul? ou quer conquistar uma tecnologia que poderá ser utilizada em outras áreas?

Ou será a preocupação em defender nossos mares em função do pré-sal?

Brasil e França já foram grandes parceiros até o Brasil se voltar para os Estados Unidados e ficarmos durante muitos anos dependente deles. Felizmente esse quadro mudou e passamos a fazer negócios com vários países, o que é muito bom: não ser dependente apenas de algumas potencias mundiais.

Atualmente o Brasil é uma  nação importante para o mundo, quer seja pelo nosso tamanho, pelos nossos 191 milhões de brasileiros, pelas nossas riquezas, pela criatividade de nossa gente, pelo nosso sistema eletrönico de votação (primeiro no mundo), pelos nossos bancos ou indústrias, não importa aqui discutir isso, mas sim afirmar que somos importantes para o mundo, com tendëncia a ampliar essa importäncia.

Os francese estão felizes, Sarkozy rindo à toa, os alemão brabos, pois não conseguiram vender para nós e, claro, outros também intrigados com essa negociação brasileira.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, passará à história em função desse reaparelhamento que vem fazendo nas nossas Forças Armadas.

A IstoÉDinheiro dessa semana tras uma repostagem com o título:

A MAIOR COMPRA BÉLICA DA HISTÓRIA.

Leiam, muito interessante: IstoÉDinheiro, 09.09.2009 – n. 622

MBA - Master of  Business Administration, uma pós graduação, cujo objetivo é a formação de Executivos.

Atualmente muito procurado, os MBA’s, por seu carácter generalista, recebem alunos dos mais diversos cursos, uma vez que qualquer profissão exige o conhecimento básico de administração.

A ESAMC mantém um MBA em que o aluno pode escolher uma linha de formação, ou seja, além da formação generalista de administração, é possível escolher uma especialização, de acordo com a atividade do aluno.

Saiba mais em www.esamc.br

A final do BB9 foi a pior audiência de todos os BB Brasil.

Fonte: MSN

Alcançou apenas 32 pontos de IBOPE, contra 47,5 do BB5 (vencido por Jean e Grazi vice).

Embora a audiência tenha sido menor, mesmo assim é algo considerável, pois cada ponto de IBOPE equivale a aproximadamente 1.800.000, ou seja, 32 ponto equivale a aproximadamente 57 milhões de pessoas. Segundo pesquisas que realizei na Internet, a amostra é equivalente a 1% da população, o que nos leva a esse absurdo número. Veja exemplos no blog do JJ.

Em termos de faturamento, a Globo não tem o que reclamar, pois estima-se que a receita seja algo em torno de R$ 110 milhões, portanto, o prêmio de R$ 1 milhão não é nada para a Globo ou para a Tele com a qual divide o valor das ligações. Tão bom negócio que a Globo já avisou que terá o BB10.

Porque tanto sucesso? ainda que menor dos anteriores?

As novelas, muitas vezes imitam a vida, e o tele-expectador acaba confundindo ficção com realidade, ou ainda, se transporta para a ficção. Mas novela tem durante todo o ano, em vários horários, vários canais e não dá prêmio, quanto muito um sentimento de vitória, que é algo diferente para cada pessoa, em função de sua torcida para determinado personagem.

Mas o BB, além de tudo, confere R$ 1 milhão de prêmio, e outros menores, como carros ou motos, e ai, acredito, que reside a força do programa para muita gente querer se transportar para a casa. Já existem estudos (recentemente publicados em várias mídias escritas) que o ser humano necessita da fofoca(atire a primeira pedra quem nunca fez!), e nada melhor do que fofocar sobre a vida de algumas pessoas expostas pela TV. Isso satisfaz essa necessidade do indivíduo de “fofocar”.

Uma percepção minha: se tivessemos mais e melhores escolas, mais pessoas com o hábito da leitura, menos analfabetos funcionais, melhores programas na TV, talvez o BB não passasse dos 5 ou 6 pontos de IBOPE.

Que o Max saiba aproveitar o prêmio

Essa semana estive pensando sobre educação. Em meu site – www.calixto.com.br - na minha biografia escrevi há alguns anos: “Eu acredito no ensino, como a melhor maneira do indivíduo, dentro da sociedade, absorver conhecimentos de uma forma lógica, racional e rápida” e continuo fortemente acreditando nisso.

Ai fica a pergunta que muitos professores fazem: “Porque muitos alunos não querem aprender? Frequentam as aulas, mas não querem a responsabilidade de estudar, fazer as tarefas ou cumprir com os compromissos. Outros nem frequentam direito as aulas, preferem ficar na rua fumando e batendo papo. Como tantos professores, já me fiz essa pergunta muitas vezes e ainda não tenho uma resposta conclusiva, como acredito que a maioria dos professores também não a tenham.

Outra aula falei com uma determinada classe: Sei que aqui alguns não continuarão o curso…. desistirão no meio do caminho, o problema é que não sei quem são esses alunos, então, irei me dedicar ao máximo a todos. Silencio geral!

É claro que temos o outro lado da moeda… aqueles alunos que querem realmente aprender, que te param nos corredores da escola para perguntarem algo, que fazem perguntas durante as aulas e estão sempre estudando e lendo. E como é gostoso conversar com alunos!

Caros alunos, realmente acredito que esse país será melhor, quanto melhor for nossa educação, formal ou informal.

Contem comigo!

Interessante a resportagem da Revista IstoÉDinheiro dessa semana:

Fonte: IstoÉDinheiro

Vamos ver e ler com olhar de publicitário. O nú está até bonito, melhor do que algumas cenas vistas em novelas ou filmes na TV, que são muito mais perniciosas para as crianças do que esse filminho.

Para assistir ao vídeo: Elave Laboratory

Executiva de empresa faz comercial nua com os seus funcionários para mostrar que não têm nada a esconder.

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Joanna Gardiner é uma bela mulher. Aos 37 anos, loira e com um corpo bastaste atraente, chama a atenção pela sua beleza. Profissionalmente, fez carreira no mercado de  cosméticos e atualmente dirige a empresa Ovelle Pharmaceutical, do Reino Unido. É uma profissional que, como dizem por aí, “veste a camisa da empresa”. Neste caso, no entanto, ela foi ainda mais longe e tirou a camisa pela empresa. E não só a camisa. A executiva arriscou e apareceu completamente nua em um filme publicitário para promover a linha Elave – cremes e loções corporais. A intenção, diz Joanna, é mostrar ao público que os produtos não possuem substâncias químicas e que, por isso, a empresa “não tem nada a esconder”. E ela não está sozinha. Enquanto fala sobre os cremes, uma equipe de “cientistas” também aparece nua como se estivesse em um típico dia de trabalho.

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“Eu pensei que mostrar todo mundo pelado poderia passar a imagem de que os produtos não têm nada a esconder”, disse a presidente.

O filme pode ser visto no site da empresa ou no YouTube. Virou um exemplo típico do que os publicitários chamam de marketing viral – vídeos que se espalham pelos computadores com a rapidez de um vírus. “Se a empresa busca notoriedade rápida com custo baixo, acertou em cheio”, diz Sérgio Silveira, diretor de Negócios da DIVULGAÇÃOagência Thompson. Estimativas iniciais apontam que a propaganda já foi vista por mais de 340 mil pessoas no YouTube, onde as normas são menos rígidas do que na televisão – na TV apostam os publicitários, o anúncio seria proibido. Arthur Amorim, conselheiro do Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) não vê motivos para assombros. “Bem produzido, o nu não choca mais ninguém”, diz. “É curioso, divertido e tem ligação direta com o produto.”

DIVULGAÇÃO

O vídeo, sem dúvida, chama a atenção. Basta colocá-lo na tela e quem passa ao lado pára e assiste. Mas, para o diretor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),

Ismael Rocha, a popularidade não se reverte necessariamente em vendas e a estratégia pode se mostrar equivocada. “O nu pode chamar mais atenção do que o produto”, ensina. Ou, ainda pior, “o produto fica estigmatizado, ninguém se lembra da marca e só se refere a ele como o creme dos pelados”. A expectativa da presidente nua é bem diferente. Segundo seus cálculos, as vendas devem crescer 500%. “A resposta está sendo fenomenal”, diz.

“Lencinho Vermelho de Bolinhas Brancas” ou “Uma grande História de amor”


Em 1942, a jovem Lina (mamãe) então com 15 anos, conheceu o jovem Antonio (papai), com 17 anos.
Namoraram um mês e meio, namorico de crianças, não deu certo. Minha avó era dura e disse que eles brigavam muito por isso, estavam proibidos de namorar.

Eles moravam próximos, como diz a minha mãe, na mesma mansão. Era um cortiço, ou seja, um grande quintal com vários cômodos, um banheiro nos fundos ao lado de dois ou três tanques de lavar roupa.
Alguns tinham dois cômodos, então, um era quarto e outro cozinha. Outros tinham apenas um cômodo, que servia de tudo.
Interessante que apenas um banheiro e não existiam tantas doenças DST como atualmente. Acredito que deveriam existir outras.

Como moravam próximos, continuaram se vendo constantemente, como amigos.

Em 1943, papai encontrou a mamãe, como normalmente acontecia e, durante a conversa ela deixou cair um lencinho vermelho com bolinhas brancas. Papai rapidamente o pegou e disse que não o devolveria : “- Roubei!”

Minha mãe usava o lenço para limpar o baton, uma vez que meu avô não a deixava usar, então, antes de entrar em casa ela tinha que tirá-lo, e para isso ela usava o lencinho.

Mamãe diz que não ligou e ainda debochou dele: “- pode ficar, é um simples lencinho”.

Entre encontros e desencontros, nunca mais se falou no lencinho.

Em 1948 encontraram-se novamente, e desta vez começaram a namorar de para valer.

Casaram-se em 1950, no dia 20 de maio, aniversário da mamãe.

Logo que se casaram, papai mostrou o lencinho e disse que o havia guardado, e que agora ele gostaria que ela o guardasse e, se ele morresse primeiro que ela, era para colocar o lencinho na urna funerária.

Em setembro de 2005, papai apresentou câncer de rim. Na primeira semana de janeiro de 2006 retirou o rim direito, o ureter e um pedaço da bexiga.

Logo após, iniciou um tratamento de quimioterapia, que provocou uma trombose.

Ainda em março de 2006, quando completou 82 anos, conseguia dirigir até a feira e ao supermercado.

Seu estado foi piorando. Em julho já tinha dificuldade em andar. Em setembro necessitava da bengala e do andador. Em outubro necessitou da cadeira de rodas.

Entre idas e vindas ao hospital, passamos (eu e minha esposa Glauceli) a dormir com eles.
Cada vez que eu ia dar banho nele, via seu corpo esvaiando e a barriga inchando cada vez mais. A metástase se espalhou pelos gânglios e pulmões.
A partir no início de novembro ele já tinha dificuldades em falar (articular as palavras). Acredito que ele achava que estava falando corretamente, mas já tínhamos dificuldades em entendê-lo.

Lembro do homem altivo, forte, decidido, trabalhador que agora, resignado, se colocava nas minhas mãos. Chorei muito.

No dia 10 de novembro tivemos que interná-lo novamente. Mamãe ficava durante o dia todo com ele. Eu ficava à noite. A Glauceli ia e voltava várias vezes.

No dia 12 de novembro cortava nossos corações ver seu sofrimento.
Conversei com os médicos que disseram não ter mais nada a fazer. Perguntei se levá-lo à UTI poderia resolver o problema. Responderam que somente aumentaríamos seu sofrimento e no máximo ganharíamos algumas horas. Pedi então, para sedá-lo.
Por volta das 23h30m falei para minha mãe ir para casa descansar. Mamãe, muito firme e com os olhos cheios de lágrimas disse-me:
“- Vou preparar sua roupa de viagem, quero que ele vista o casaquinho marrom que ele tanto gostava”
A Glauceli levou mamãe. Fiquei ao lado de meu pai.

As 2h40m, madrugada do dia 13, uma segunda-feira. Papai parou de respirar.

Ao chegar em casa para falar com mamãe e pegar os documentos para preparar o velório, mamãe me disse:
“- Leve o lencinho que eu quero que ele vá no caixão do papai”

Falei que era melhor nós o colocarmos, pois poderia se perder.

Mamãe guardou o lencinho por 56 anos, 5 meses e 22 dias, em um saquinho plástico. Olhou para mim e disse: “- você tem razão” e enfiou o lencinho no bolso.

Após todos os preparos, fomos ao velório. Levantei o véu que cobria papai, peguei o lencinho com muito cuidado, pois estava muito frágil, quase apodrecido, e o encaixei entre seus dedos.

Mamãe olhou, chorou e disse : “- esse é um símbolo do nosso amor”

Não me contive e chorei novamente.

Durante o velório, contei para todos que tive oportunidade, sobre o “Lencinho Vermelho de Bolinhas Brancas”, guardado por mais de 64 anos.

Amor! amizade! carinho!

Saudades paizão!!! Um beijão onde quer que esteja!!!

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