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Sr. Alberto Pereira, como muitos o chamavam, filho de Severino Pereira da Silva, fez história em Sorocaba e fez parte da história de Sorocaba.

O título está no Jornal Cruzeiro do Sul de hoje, leia a  reportagem aqui.

O que me chamou a atenção foi a desculpa dada pelo fracasso da indústria CIANÊ: “… enquanto o metro do tecido nacional custava, aproximadamente, US$ 3, o chinês chegava por 80 centavos de dólar.”

Foi só a CIANÊ que enfrentou a concorrência externa? E os automóveis? principalmente depois que o ex-Presidente Collor falou que nossos automóveis eram carroças.

Achar alguém para culpar é cômodo e nos deixa em uma zona de conforto, pois, procurar as verdadeiras causas do problema exige esforço e muito trabalho.

Para não ficar explicando causas e mais causas (algumas dá para entender pela própria reportagem), faço um paralelo com outra indústria da mesma área e de época semelhante, a Coteminas, fundada pelo nosso vice-Presidente José de Alencar. Vide um pouco dessa história aqui.

Nessa resportagem o que me chamou a atenção foi: “…Os holofotes voltaram-se para ela quando conseguiu desbancar os chineses, vendendo camisetas de algodão por R$ 0,75 a unidade, contra US$ 1 dos asiáticos.” e atualmente a Coteminas exporta para vários países, inclusive para a Ásia.

Alguns, ao lerem a reportagem dirão, “… mas o Coteminas teve auxílio da SUDENE…” sim, mas o financiamento estava disponível para quem quisesse e tivessr um bom projeto, a Coteminas era cotada pela Sudene “… A Coteminas foi classificada na faixa de prioridade A, o que significava que, a cada real investido pelo empresário, a Sudene aportava três.” Lembro ainda que a Sudene entrou para a Coteminas crfescer e não para se manter no mercado.

A história do Seu Carlos, Seu Pereira da Silva, Seu Alberto, o paizão, sempre será lembrada em Sorocaba, tanto como um ótimo empresário na época do mercado fechado, como um péssimo empresário na época da abertura de mercado.

Uma ferramenta simples, que poderia tê-los ajudado no problema, é o Gráfico de Ishikawa, ou espinha de peixe, útil no processo de tomada de decisões.

Duas histórias com desfechos diferentes, que sirvm de lições para muitas empresas acomodadas no sucesso, que pode ser efêmero.

Essa semana lemos nos principais meios de comunicação a compra de R$ 20 Bilhões em submarinos franceses, feita pelo governo brasileiro.

Isso significa que o Brasil está preocupado com a Segurança? O Brasil quer conquistar uma supremacia na América doSul? ou quer conquistar uma tecnologia que poderá ser utilizada em outras áreas?

Ou será a preocupação em defender nossos mares em função do pré-sal?

Brasil e França já foram grandes parceiros até o Brasil se voltar para os Estados Unidados e ficarmos durante muitos anos dependente deles. Felizmente esse quadro mudou e passamos a fazer negócios com vários países, o que é muito bom: não ser dependente apenas de algumas potencias mundiais.

Atualmente o Brasil é uma  nação importante para o mundo, quer seja pelo nosso tamanho, pelos nossos 191 milhões de brasileiros, pelas nossas riquezas, pela criatividade de nossa gente, pelo nosso sistema eletrönico de votação (primeiro no mundo), pelos nossos bancos ou indústrias, não importa aqui discutir isso, mas sim afirmar que somos importantes para o mundo, com tendëncia a ampliar essa importäncia.

Os francese estão felizes, Sarkozy rindo à toa, os alemão brabos, pois não conseguiram vender para nós e, claro, outros também intrigados com essa negociação brasileira.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, passará à história em função desse reaparelhamento que vem fazendo nas nossas Forças Armadas.

A IstoÉDinheiro dessa semana tras uma repostagem com o título:

A MAIOR COMPRA BÉLICA DA HISTÓRIA.

Leiam, muito interessante: IstoÉDinheiro, 09.09.2009 – n. 622

Interessante a resportagem da Revista IstoÉDinheiro dessa semana:

Fonte: IstoÉDinheiro

Vamos ver e ler com olhar de publicitário. O nú está até bonito, melhor do que algumas cenas vistas em novelas ou filmes na TV, que são muito mais perniciosas para as crianças do que esse filminho.

Para assistir ao vídeo: Elave Laboratory

Executiva de empresa faz comercial nua com os seus funcionários para mostrar que não têm nada a esconder.

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Joanna Gardiner é uma bela mulher. Aos 37 anos, loira e com um corpo bastaste atraente, chama a atenção pela sua beleza. Profissionalmente, fez carreira no mercado de  cosméticos e atualmente dirige a empresa Ovelle Pharmaceutical, do Reino Unido. É uma profissional que, como dizem por aí, “veste a camisa da empresa”. Neste caso, no entanto, ela foi ainda mais longe e tirou a camisa pela empresa. E não só a camisa. A executiva arriscou e apareceu completamente nua em um filme publicitário para promover a linha Elave – cremes e loções corporais. A intenção, diz Joanna, é mostrar ao público que os produtos não possuem substâncias químicas e que, por isso, a empresa “não tem nada a esconder”. E ela não está sozinha. Enquanto fala sobre os cremes, uma equipe de “cientistas” também aparece nua como se estivesse em um típico dia de trabalho.

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“Eu pensei que mostrar todo mundo pelado poderia passar a imagem de que os produtos não têm nada a esconder”, disse a presidente.

O filme pode ser visto no site da empresa ou no YouTube. Virou um exemplo típico do que os publicitários chamam de marketing viral – vídeos que se espalham pelos computadores com a rapidez de um vírus. “Se a empresa busca notoriedade rápida com custo baixo, acertou em cheio”, diz Sérgio Silveira, diretor de Negócios da DIVULGAÇÃOagência Thompson. Estimativas iniciais apontam que a propaganda já foi vista por mais de 340 mil pessoas no YouTube, onde as normas são menos rígidas do que na televisão – na TV apostam os publicitários, o anúncio seria proibido. Arthur Amorim, conselheiro do Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) não vê motivos para assombros. “Bem produzido, o nu não choca mais ninguém”, diz. “É curioso, divertido e tem ligação direta com o produto.”

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O vídeo, sem dúvida, chama a atenção. Basta colocá-lo na tela e quem passa ao lado pára e assiste. Mas, para o diretor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),

Ismael Rocha, a popularidade não se reverte necessariamente em vendas e a estratégia pode se mostrar equivocada. “O nu pode chamar mais atenção do que o produto”, ensina. Ou, ainda pior, “o produto fica estigmatizado, ninguém se lembra da marca e só se refere a ele como o creme dos pelados”. A expectativa da presidente nua é bem diferente. Segundo seus cálculos, as vendas devem crescer 500%. “A resposta está sendo fenomenal”, diz.