sex 16 abr 2010
Morre o industrial Carlos Alberto Moura Pereira da Silva – CIANÊ
Posted by Calixto Silva Neto under Notícias
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Sr. Alberto Pereira, como muitos o chamavam, filho de Severino Pereira da Silva, fez história em Sorocaba e fez parte da história de Sorocaba.
O título está no Jornal Cruzeiro do Sul de hoje, leia a reportagem aqui.
O que me chamou a atenção foi a desculpa dada pelo fracasso da indústria CIANÊ: “… enquanto o metro do tecido nacional custava, aproximadamente, US$ 3, o chinês chegava por 80 centavos de dólar.”
Foi só a CIANÊ que enfrentou a concorrência externa? E os automóveis? principalmente depois que o ex-Presidente Collor falou que nossos automóveis eram carroças.
Achar alguém para culpar é cômodo e nos deixa em uma zona de conforto, pois, procurar as verdadeiras causas do problema exige esforço e muito trabalho.
Para não ficar explicando causas e mais causas (algumas dá para entender pela própria reportagem), faço um paralelo com outra indústria da mesma área e de época semelhante, a Coteminas, fundada pelo nosso vice-Presidente José de Alencar. Vide um pouco dessa história aqui.
Nessa resportagem o que me chamou a atenção foi: “…Os holofotes voltaram-se para ela quando conseguiu desbancar os chineses, vendendo camisetas de algodão por R$ 0,75 a unidade, contra US$ 1 dos asiáticos.” e atualmente a Coteminas exporta para vários países, inclusive para a Ásia.
Alguns, ao lerem a reportagem dirão, “… mas o Coteminas teve auxílio da SUDENE…” sim, mas o financiamento estava disponível para quem quisesse e tivessr um bom projeto, a Coteminas era cotada pela Sudene “… A Coteminas foi classificada na faixa de prioridade A, o que significava que, a cada real investido pelo empresário, a Sudene aportava três.” Lembro ainda que a Sudene entrou para a Coteminas crfescer e não para se manter no mercado.
A história do Seu Carlos, Seu Pereira da Silva, Seu Alberto, o paizão, sempre será lembrada em Sorocaba, tanto como um ótimo empresário na época do mercado fechado, como um péssimo empresário na época da abertura de mercado.
Uma ferramenta simples, que poderia tê-los ajudado no problema, é o Gráfico de Ishikawa, ou espinha de peixe, útil no processo de tomada de decisões.
Duas histórias com desfechos diferentes, que sirvm de lições para muitas empresas acomodadas no sucesso, que pode ser efêmero.



agência Thompson. Estimativas iniciais apontam que a propaganda já foi vista por mais de 340 mil pessoas no YouTube, onde as normas são menos rígidas do que na televisão – na TV apostam os publicitários, o anúncio seria proibido. Arthur Amorim, conselheiro do Conar (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária) não vê motivos para assombros. “Bem produzido, o nu não choca mais ninguém”, diz. “É curioso, divertido e tem ligação direta com o produto.”